
























"Boa tarde,Pensei diversas vezes se devia ou não reencaminhar este email.Acabei por o fazer, não para chocar alguém, mas porque se o não fizesse ficava com a sensação de que pactuava com tal barbaridade.Eu sei que a maioria de vós, pouco ou nada pode fazer.... mas devemos ver, ficar horrorizados e esquecer??? Será que estes monstros, pertencentes à raça humana, devem ficar impunes? Da minha parte, enviei um email para à presidente da PRAVI (mcvaldagua@gmail.com) e sugeri que denunciasse este caso ao SEPNA - Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente. O SEPNA tem a obrigação de actuar!!! Que mais posso fazer? E tu, podes fazer alguma coisa? Tenho esperanças que este email chegue a alguém que tenha "poder" para fazer algo mais que eu... Será que a SIC, ou outra televisão, se vai interessar pela noticia? Possivelmente não.... não foi o cão que mordeu o homem.... Sinto uma raiva tão grande de não poder fazer nada!!! Desculpem o desabafo. Helena Barbosa"










A Associação Gato de Rua vem mais uma vez desejar aos nossos Sócios, Famílias de Acolhimento Temporário, Voluntários, Amigos e Simpatizantes da Causa e respectivas Clínicas Veterinárias com as quais temos Protocolos, umas Boas Férias e um muito Obrigado pelo apoio prestado à nossa tão Nobre Causa.





A parceria entre o Parque de Campismo de Esmoriz e a Associação Gato de Rua, com sede em Aveiro, acordada recentemente, tem por objectivo tentar controlar a proliferação de gatos existentes no parque. Carlos Alberto Azevedo, presidente da direcção do Clube de Campismo do Porto, entidade entidade associativa e desportiva que administra o Parque de Campismo de Esmoriz, sublinha que o aumento acentuado de gatos começou "há cerca de dez anos. No final de 2007 o número existente de gatos no parque tornou-se incomportável, quer em termos de despesas quer mesmo o incómodo que provoca".
No entanto, para a direcção do parque estava fora de questão tomar posições radicais que levassem à exterminação dos gatos, até porque "somos amigos dos animais", relaça o director do parque. Por isso, a direcção optou por "prosseguir a política que vinhamos a seguir há dois anos, que é a de alimentar os gatos, com comida própria para felinos. Quando começamos com essa política proibimos as pessoas de darem restos de comida aos gatos, porque não era higiénico, e criámos locais próprios onde colocamos ração e água para os gatos. Em 2006, gastámos cerca de cinco mil euros com essa situação, o que é realmente muito. Por isso, em 2007, decidimos procurar uma solução para isso, eo que econtrámos de melhor foi a possibilidade de gradualmente irmos esterilizando as gatas e castrando os gatos. Por esse motivo surgiu a parceria com a Associação Gato de Rua que, apesar de ter sede em Aveiro, se prontificou a colaborar com o Parque de Campismo de Esmoriz. A acção dessa parceria já está no terreno, mas que, como explica Carlos Alberto Azevedo, "devido aos seus custos, tem que ser muito faseada, porque é muito caro". Mesmo assim, "já esterilizamos cerca de uma dezena de gatas numa clínica veterinária, no concelho de Santa Maria da Feira".
Este dirigente associativo admite que a comunidade delina do parque possa ter começado com dois ou três gatos que entraram no parque, "ou até mesmo que tenham sido deixados por campistas. Isso também já está a começar a acontecer no Parque de Campismo de Amarante, que também é administrado pelo nosso clube, onde algum campista deixou ficar um casal de gatos e este ano já lá temos doze, e cada vez vão procriando mais. Aqui também pode ter acontecido isso, e como ao longo destes dez anos nunca corremos com eles nem nunca os pusemos fora, porque os gatos também estabelecem um certo equilíbrio natural nesta zona florestal do parque. De uma forma geral, onde existem gatos não existem ratos. Esse equilíbrio consegue satisfazer as necessidades do parque, e de quem o administra, pelo que não tem sido muito nocivo para os utentes do parque".
De acordo com informações prestadas a Carlos Alberto Azevedo, as alterações climéticas têm contribuído para que as gatas tenham três a quatro gestações por ano, contra as tradicionais duas ninhadas anuais, o aumento muito grande do número de gatos. Por isso, temos que pôr travão a esse aumento, e a maneira que encontramos foi esta: tentar que eles não procriem tanto".
O Parque de Campismo de Esmoriz é essencialmente residencial. O director do parque realça que "a maioria dos utentes têm aqui as suas instalações ao longo do ano, onde vêm passar os fins-de-semana, muito mais acentuadamente na época alta". No entanto, o parque também tem uma área destinada aos campistas em passagem, que é a zona condicionada, que é obrigatória. MAs estes vêm quase só no Verão, altura em que temos bastantes campistas, incluindo estrangeiros".
Os campistas que ficam na zona condicionada necessitam só da carta de campista (nacional ou internacional), porque o Parque de Campismo de Esmoriz é privativo e federativo. Na zona permanente, é mais vantajoso para o utente ser associado do Clube de Campismo do Porto.
O Clube de Campismo do Porto tem associados desde o tradicional "campista/andarilho de tenda às costas", até ao caravanismo e o auto-caravanismo. Carlos Alberto Azevedo refere que a actividade do clube não se limita ao campismo, mas inclui actividades como o pedestrianismo, "onde temos uma secção de montanha, e temos tambémo cicloturismo".
O Clube de Campismo do Porto administra há cerca de quatro décadas o Parque de Campismo de Esmorize, há nove anos, também o Parque de Campismo de Amarante.
Para além do campismo e caravanismo, a Federação Portuguesa de Campismo e Montanhismo tutela também actividades ligadas ao ar livre, como o pedestrianismo e outras. É também a única entidade portuguesa competente para avalizar e homologar trilhos pedestres.
In, "Diário de Aveiro" de 10 de Fevereiro de 2008








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